quarta-feira, 4 de setembro de 2013

4ª ATIVIDADE SÉTIMO ANO A LORE

COMO ERA A VIDA EM UMA FAZENDA DO INTERIOR NA ÉPOCA COLONIAL
 
"Viver em uma fazenda longe do litoral, nos séculos XVI, XVII ou XVIII, era muito diferente de viver perto do mar.  afinal, mesmo com o monopólio português, muitos artigos podiam ser importados, e era assim que os moradores das cidades ou dos engenhos do litoral conseguiam produtos para seu consumo e uso.
No interior era preciso produzir quase tudo no próprio local. (...) Além da moradias, havia outras construções como a carpintaria e a ferraria..." (Knox - Escravos do sertão).
Em sala de aula você leu este texto na integra e produziu uma ilustração do mesmo, agora sua tarefa e observar os desenhos de seus colegas e comentá-las citando as ilustrações comentadas.
 
Figura 1: Alessandro

Figura 2: Amanda

Figura 3: Ana Julia

Figura 4: Cássia

Figura 5: Henrique

Figura 6: Gabriel

 Figura 7: Karoline
 
 Figura 8: Katiane
 

Figura 9: Lucas Eduardo

Figura 10: Marco Antonio

Figura 11: Mauri

 Figura 12: Tuany
 

Figura 13: Vinícius

Figura 14: Willian
 
 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

5ª ATIVIDADE SÉTIMO ANO PEDRO I

COMO ERA A VIDA EM UMA FAZENDA DO INTERIOR NA ÉPOCA COLONIAL
 
"Viver em uma fazenda longe do litoral, nos séculos XVI, XVII ou XVIII, era muito diferente de viver perto do mar.  afinal, mesmo com o monopólio português, muitos artigos podiam ser importados, e era assim que os moradores das cidades ou dos engenhos do litoral conseguiam produtos para seu consumo e uso.
No interior era preciso produzir quase tudo no próprio local. (...) Além da moradias, havia outras construções como a carpintaria e a ferraria..." (Knox - Escravos do sertão).
Em sala de aula você leu este texto na integra e produziu uma ilustração do mesmo, agora sua tarefa e observar os desenhos de seus colegas e comentá-las citando as ilustrações comentadas.
 
 Figura 1: Natalice
 
 Figura 2: Matheus
 
 Figura 3: João
 
 Figura 4: Stefanie K
 
 Figura 5: Thiago
 
 Figura 6: Briana
 
Figura 7: João Marcos
 
 Figura 8: Maiara
 
 Figura 9: Jéssica
 
 Figura 10: Victor
 
 Figura 11: Pedro
 
 Figura 12: Alan
 
 Figura 13: Bruna
 
Figura 14:  Izabara
 
 Figura 15: Ana Paula
 
 Figura 16: Milena
 
 Figura 17: Lucas F.
 
 Figura 18: Lucas Henrique
 
 Figura 19: Matheus F.
 
 Figura 20: Tarcizio F.
 
 Figura 21: Franciele
 
 Figura 22: João Vitor
 
Figura 23: Erison

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

4ª ATIVIDADE SÉTIMO ANO PEDRO I

COMO ERA A VIDA EM UMA FAZENDA DO INTERIOR NA ÉPOCA COLONIAL
 
"Viver em uma fazenda longe do litoral, nos séculos XVI, XVII ou XVIII, era muito diferente de viver perto do mar.  afinal, mesmo com o monopólio português, muitos artigos podiam ser importados, e era assim que os moradores das cidades ou dos engenhos do litoral conseguiam produtos para seu consumo e uso.
No interior era preciso produzir quase tudo no próprio local. (...) Além da moradias, havia outras construções como a carpintaria e a ferraria..." (Knox - Escravos do sertão).
Em sala de aula você leu este texto na integra e produziu uma ilustração do mesmo, agora sua tarefa e observar os desenhos de seus colegas e comentá-las citando as ilustrações comentadas.
 
Figura 1: Gabriel

 Figura 2: Lucas Prade
 
 Figura 3: Maiara Candido
 
 Figura 4: Vitor Norival
 
 Figura 5: Mathias
 
 Figura 6: Elias
 
 Figura 7: Thomaz
 
 Figura 8: Aimê
 
 Figura 9: Luana
 
Figura 10: Stefanie
 
Figura 11:
 
 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

3ª ATIVIDADE OITAVA SÉRIE

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

 

Com a criação de Regimes Totalitários no mundo (Fascismo e Nazismo), alianças se formaram e um novo confronto mundial ocorreu entre os anos de 1939 a 1945. sua atividade consiste em analisar algumas imagens deste momento histórico.

 



 

3ª ATIVIDADE SÉTIMO ANO


Nesta atividade você deverá fazer uma análise a música "Índios" do Legião Urbana, falando sobre o retrato do choque cultural ocorrido com a chegada dos portugueses no território hoje conhecido como Brasil.

Índios  (Legião Urbana) 

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do iní­cio ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.